quarta-feira, 28 de abril de 2010

Dar Não é Fazer Amor

Dar não é fazer amor.
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais.
Dar é bom.
Melhor do que dar, é só dar por dar.
Dar sem querer casar...
Sem querer apresentar para mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora. Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém para querer casar, para apresentar para mãe,
para dar o primeiro abraço de Ano Novo e para falar:“Que que ce acha amor?”.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.
Experimente ser amado...

Luis Fernando Veríssimo

Perfeito XD!!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Tristeza

É tudo tão triste quando perdemos alguém que amamos, o mundo fica tão vazio, e as lembranças que ficam nos fazem chorar. Será muito difícil ainda não chorar por você, agora que me deixou. Será mais difícil ainda suportar a sua ida. Chorar por alguém pesadamente, é intenso demais, e a minha vida não merece, e mesmo assim, choro por ter que encarar a realidade: me deixas-te.
Só quem parte desta vida sabe o que é ser feliz e os que ficam choram por quem parte, vendo a tristeza de quem chora e sofre. Ao me olhar no espelho, percebi que no canto dos meus olhos caiam lagrimas de tristeza e solidão, foi a partir daí que comecei sentir a falta que você me faz, que com você ficou um pouco de mim, que minha vida perdeu um pouco do seu sentido. A explicação para sua ida é que essa aconteceu por decisão superior e que era o melhor a ser feito, porém isso conforta o coração, mas não acalma a alma. Porque, a parte que você ocupa em mim sofre só e assim chora de tristeza.
Élida Xavier

Deixo esta mensagem para alguém que criou em mim a espectativa de ser feliz e que me deixou triste quando a vida nos separou.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Flores e seu Simbolismo

Das tatuagens femininas mais populares, também não é raro ver flores em corpos masculinos, embora estas sejam apenas parte de um desenho maior e mais complexo.

Sou fascinada por flores, e querendo tatuar uma, com milhares de espécies pra escolher, cada uma com seu próprio encanto e significado, resolvi pesquisar pra ver com qual me identifico mais (não dar também a gafe de me perguntarem e eu não saber o que tem tatuado em meu corpo, rsrs)e vim compartilhar algumas coisas interessantes que descobri.

Simbolismo:

* Azálea: moderação, temperança.
* Centáurea: delicadeza, requintado.
* Cravo: fidelidade, amor.
* Dente-de-leão: coquete, flirt.
* Flor-de-cerejeira: muito procurada pelas mulheres, significa beleza feminina, mas também beleza espiritual. Os chineses consideram-na um símbolo do amor e os japoneses dizem que simboliza a efemeridade da vida, uma vez que é uma flor que vive pouco tempo.
* Gardénia: refinado, elegância.
* Gerânio: gentileza, paz de mente.
* Gipsófila: coração puro.
* Girassol: um girassol grande significa lealdade, enquanto um girassol pequeno significa adoração.
* Hibisco: beleza delicada, “consumido por amor”.
* Hortênsia: egocêntrico, frio, sem coração.
* Jasmim: felicidade.
* Lótus: em geral, significa pureza; a mitologia chinesa e indiana vêem nesta flor um “acordar espiritual”.
* Lírio: em geral, significa pureza; mas também paixão; no antigo Egipto era um símbolo da fertilidade e na Idade Medieval um símbolo de inocência.
* Madressilva: laços amorosos.
* Magnólia: benevolência, espiritualidade, amor pela natureza.
* Margarida: inocência, fidelidade amorosa, pureza, fé.
* Mertensia: constância, arrependimento, tristeza.
* Narciso: decepção, amor não correspondido, fé.
* Orquídea: mistério, misterioso.
* Peónia: raiva.
* Rosa: a tatuagem florida mais tradicional e popular, tem vários significados dependendo da sua cor – vermelha (amor, romance, coragem); cor-de-rosa (graciosidade e admiração); branca (amor eterno e inocência); amarela (amizade e alegria).
* Túlipa: encanto.
* Violeta: fidelidade, modéstia.
* Zinnia: pensamentos sobre amigos que estão longe.

Bom... essas informações me ajudaram a decidir, ao mesnos esclarece!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Coco Chanel


Para quem gosta de moda, nada melhor que estudar e conhecer a tragetória de uma mulhar com estilo e elegância, Gabrielle "Coco" Chanel, revolucionou a década de 20, libertando a mulher dos trajes desconfortáveis e rígidos do final do século 19. Um verdadeiro mito, Chanel reproduziu sua própria imagem, a mulher do século 20, independente, bem-sucedida, com personalidade e estilo.

O estilista alemão Karl Lagerfeld é, desde 1983, o diretor de criação da marca Chanel, tanto para a linha de alta-costura quanto para a de prêt-à-porter. O estilo clássico criado por mademoiselle, revitalizado por Lagerfeld, atravessou o século 20 e se tornou atemporal.

"Eu criei um estilo para um mundo inteiro.
Vê-se em todas as lojas "estilo Chanel". Não há nada que se assemelhe. Sou escrava do meu estilo. Um estilo não sai da moda; Chanel não sai da moda."

Coco Chanel

A família de Gabrielle era muito numerosa: tinha quatro irmãos (dois meninos e duas meninas). O pai, Albert Chanel, era caixeiro-viajante e a mãe, Jeanne Devolle, era doméstica. Depois da morte precoce da mãe, que faleceu de tuberculose, o pai de Chanel ficou com a responsabilidade de tomar conta das crianças. Devido à profissão de seu pai, Coco e as irmãs foram educadas num colégio interno, enquanto que os irmãos foram trabalhar numa quinta.

Em 1903, com 20 anos, Gabrielle saiu do colégio e tentou procurar emprego na área do comércio e da dança (como bailarina) e também fez tentativas no teatro, onde raramente teve grandes papéis devido à sua estatura.

Com vinte e cinco anos, Chanel conheceu um rico comerciante de tecidos, chamado Etienne Balsan, com quem passou a viver.

Por volta de 1910, na capital parisiense, Coco conheçeu o grande amor da sua vida: um milionário inglês Arthur Boyle. Boyle ajudou-a a abrir a sua primeira loja de chapéus. A loja Chanel iria tornar-se num sucesso e apareceria nas revistas de moda mais famosas de Paris. Com este relacionamento, Chanel aprendeu a frequentar o meio sofisticado da Cidade Luz.

Algum tempo depois, Boyle acabou a relação com Gabrielle para se casar com uma inglesa e meses mais tarde morreu num desastre de carro.

Com este desgosto, Chanel abriu a primeira casa de costura, comercializando também chapéus. Nessa mesma casa, começou a vender roupas desportivas para ir à praia e para montar a cavalo. Pioneira, também inventou as primeiras calças femininas.

No início dos anos 20, Chanel conheceu e apaixonou-se por um príncipe russo pobre, Dmitri Pavlovich, que tinha fugido com a sua família da Rússia, então União Soviética. A sua relação com Paulovitch a fez desenhar roupas com bordados do folclore russo e, para isso, contratou 20 bordadeiras. Neste período, Chanel conheceu muitos artistas importantes, tais como Pablo Picasso, Luchino Visconti e Greta Garbo.

Sua roupas vestiram as grandes atrizes de Hollywood, e seu estilo ditava moda em todo o mundo. Além de confecções próprias, desenvolveu perfumes com sua marca. Os seus tailleurs são referência até hoje.

Em 1921, criou o perfume que a iria converter numa grande celebridade por todo mundo, o nº5. O nome referia-se ao seu algarismo da sorte. Depois deste perfume, veio o nº17, mas este não teve o mesmo êxito que o nº5.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Chanel fechou a casa e envolveu-se romanticamente com um oficial alemão. Reabriu-a em 1954.

No final da guerra, os franceses conceituaram este romance mal e deixaram de frequentar a sua casa. Nesta década, Chanel teve portanto dificuldades financeiras. Para manter a casa aberta, Chanel começou a vender suas roupas para o outro lado do Atlântico, passando a residir na Suíça.

Devido à morte do ex-presidente norte-americano John Kennedy e à admiração da ex-primeira-dama Jackie Kennedy por Chanel, ela começou a aparecer nas revistas de moda com a criação dos seus tailleurs (casacos e sapatos). Depois voltou a residir na França.

Faleceu no Hôtel Ritz Paris em 1971, onde viveu por anos. O seu funeral foi assistido por centenas de pessoas que levaram as suas roupas em sinal de homenagem.

O apelido Coco, vem do hábito de cantar Quem viu Coco no Trocadero? "Qui qu'a vu Coco dans l'Trocadéro? "

Viu? Leu? é uma história apaixonante!
Chanel é Fabulosa!


(texto editado de FolhaOnline e pesquisa Wikipedia)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O Pequeno príncipe - Exposição na Oca



Bom pessoas! Esta no parque do Ibirapuera uma exposição que pra quem como eu gosta MUITO do livro que me inspira. Não pode perder!

Começou hoje e não sei até quando vai! então vai logo!
O ingresso tá R$18,00.
Como boa estudante paguei meia, e todas as terças é de graça!

Irei de novo!
Porque está muito lindo mesmo! Em especial o segundo piso... Demais!!
Um looosho!
A exposição tem como foco o livro "O Pequeno Príncipe", mas não mostra apena o livro, conta também um pouco do autor e de suas outras obras.
Pois a intenção é comemorar o ano da França no Brasil e o autor deste livro tão lindo é francês, Antoine de Saint Exupéry, sacou??

Beijos ^.^

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Vida de Freela

Trabalhar em casa, fazer os próprios horários, se livrar do chefe... Parece uma maravilha! Mas, se, por um lado, a vida de um free lancer – profissional que não tem vínculo fixo com nenhuma empresa – tem suas vantagens, por outro, requer muita disciplina e atitude zen para lidar com instabilidades, como a de ganhar muito em um mês e, no outro, nada.

Se você está pensando em encarar essa vida, conheça algumas dicas de quem é do ramo. Elas podem ajudá-la a encarar esse estilo de trabalho com o pé no chão.

Perfil de freela
O mais básico dos ensinamentos é saber se sua personalidade combina com esse formato. Isso fará toda a diferença entre o sucesso ou o fundo do poço. Você é organizado(a)? É capaz de conciliar tarefas de longo prazo com outras menores sem se enrolar? Conseguirá fugir das tentações que a liberdade oferece – um cinema à tarde, uma soneca? Sentirá pânico se não pintar serviço em um mês? Se tem certeza de que ser free é para você, antes de partir para a carreira-solo, junte dinheiro para se bancar por, no mínimo, três meses. “O começo é difícil, dá trabalho procurar clientes. Com dinheiro garantido esse processo fica mais tranqüilo”, diz Gláucia Santos, consultora de recursos humanos da Catho Online. Outro ponto importante é pensar estrategicamente. Um fotógrafo, por exemplo, ganhará mais se especializar-se em um tipo de imagem. "É preciso ter uma marca, ser referência no que faz. E saber exatamente o que oferecer e para quem”, diz o publicitário Mauro Amaral, 35 anos, free lancer há dez e editor de um site sobre o assunto www.carreirasolo.org.
O free lancer precisa ter em mente que ele é a empresa, o produto. Isso implica fazer uma boa propaganda de si próprio – um site caprichado, um portifólio de babar. Cumprir religiosamente os prazos e realizar tarefas de forma impecável também é fundamental. “Funciona muito no boca a boca. Se falarem mal de você, já era”, diz Amaral. “Vale também ligar de vez em quando para seus contatos, dar as caras.”

Não leve calote
Na carreira-solo há um ano e meio, a designer Estela Padilha, 29 anos, diz que o maior dilema na vida dos autônomos não é saber quanto cobrar, mas receber no prazo estabelecido. “Já tomei até calote”, conta. Ela aconselha pedir de 30 a 50% do valor combinado antes do início do projeto. E, sempre que possível, assinar um contrato estabelecendo preço, dia de pagamento e os parâmetros do serviço. “Já me arrependi muito por não ter documentado um acordo. Uma vez combinei com uma pessoa de criar cinco cartões. Depois ela mudou de idéia e queria que eu fizesse outros cinco ganhando o mesmo valor. No fim, acabei não recebendo nada”, relata Estela.

Dicas para freelas
Para saber quanto precisará ganhar por mês, em média, para cobrir seus gastos, some todos eles, inclusive os do seu homeoffice! Sobrou grana em um mês? Guarde para o mês seguinte. Se quiser garantir férias remuneradas e a sua aposentadoria, reserve parte do que ganha para isso. Empresas grandes exigirão de você recibo de autônomo ou pessoa jurídica. Para administrar os números de sua firma caseira, será preciso contratar um contador.

então... é isso!